Vida natural

sábado, 22 de fevereiro de 2014

São Caetano e Maderoide fazem uma partida empolgante e termina com empate de 3 a 3 no Soledade II

Macarrão tenta levar o São Caetano ao ataque
Maderoide e São Caetano fizeram uma partida empolante na noite deste sábado (22/02) no Formigão. O jogo marcava a estreia das equipes no campeonato do Centro Desportivo do Soledade II, e findou com um empate de 3 a 3. A partida foi a primeira da rodada que ainda teve a vitória do Auriverde sobre o Atlético Pompeia por 2 a 0.
Estreante na categoria de novos do Soledade II, o Madeiroide mostrou que não veio apenas para cumprir tabela. Com o placar em desvantagem por dois gols ( 2 a 0- Jardel e Gilson), o Maderoide diminuiu ainda no primeiro tempo através de Biu.
No segundo tempo, o time do Madeiroide empata com Dênis, e, em seguida Jardel bota o São Caetano a frente do marcador novamente: 3 a 2. Minutos depois, o Maderoide empata com Bibiu. O detalhe deste gol é que a bola não toca na rede, o que gera um certo protesto do time do São Caetano. Na realidade, somente a arbitragem pode ter certeza da legalidade do lance, em vista de que pela distância não daria para se ter certeza. Mas, ainda bem que os protestos do São Caetano não criam problema ao andamento da partida. Assim o jogo termina com empate e quem ganhou foi o torcedor pelo belo confronto entre as duas equipes.

Veja mais fotos em:  https://www.facebook.com/media/set/?set=a.216667875193553.1073741880.160565340803807&type=3&uploaded=4

Auriverde estreia com vitória por 2 a 0 sobre o Clube Atlético Pompeia no campeonato do Soledade II

Folhinha (7) do Atlético briga pela bola com Alisson
O Auriverde estreou com vitória na temporada de 2014, do Centro Desportivo do Soledade II. A vitória aconteceu sobre o Atlético Pompeia, na noite deste sábado (22/02) no Formigão. Neguinho e Leandro marcaram os gols da vitória do Auriverde.
Antes de começar a partida, aconteceu um pequeno problema, as duas equipes entraram em campo com os ternos praticamente iguais, ou seja, camisas branca com calções brancos também. A diferença somente seria verificável porque o Atlético estava com meiões azuis, e uma cinta azul nos calções. Já o Auriver, meiões e a cinta verde. Mas, a diferença era muito pequena o que dificultaria a visão da arbitragem. Assim, o presidente do Centro Luizinho, achou por bem ceder um jogo de camisa verde, ao Atlético Pompeia.
Resolvido o impasse, as duas equipes entraram em campo buscando a vitória. Mas, bem plantado na defesa, o Atlético Pompeia encontrava muita dificuldade em chegar ao gol de Edilsona. Enquanto isto, o Auriverde consegue realizar boas investidas e, numa desta, Neguinho consegue furar o bloqueio e mandar a bola para o fundo das redes do goleiro Naedson: 1 x 0 em favor do Auriverde. Assim o placar se mantém até o final do primeiro tempo.
No segundo tempo, o Auriverde volta mais retrancado, enquanto o Atlético, motivado pelo treinador Omar vai em busca do empate. Porém, o time de Omar é surpreendido por um contra-ataque, e a bola chega aos pés de Leandro que manda para o fundo das redes de Naedson. Daí em diante, o Auriverde administra a partida, enquanto o Atlético busca o gol, mas não tem sucesso.

Mas fotos em:  https://www.facebook.com/media/set/?set=a.216667875193553.1073741880.160565340803807&type=3&uploaded=4

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Acadêmicos do Morro vai trazer um pouco da História do RN, com as invasões dos holandeses em terras potiguares

As Acadêmicos prometem muita alegria no carnaval de 2014
A Acadêmicos do Morro, uma das mais tradicionais escola do carnaval de Natal vai contar na passarela da Duque de Caxias um pouco da Histório do Rio Grande do Norte. Com o samba enredo "Invasores e invasões nas terras potiguares", a escola carnavalesca vai falar das invasões holandesas, que ao chegar ao Brasil encontrou esta terra virgem, mas o desbravador não soube conquistar. Uma história de muito sangue e depois de abandono.

Mas, antes de entrar na avenida, a Academicos do Morro já tem uma conquista. O casal de Rei Momo e Rainha do Carnaval deste ano foi indicado pela escola. É o professor de capoeira de capoeira Rubens Carlos Antônio Ferreira, de 28 anos, e a estudante de psicologia Andreza Cristina Silva de Souza, de 24 anos, em escolha que aconteceu ontem (17), no Espaço Cultural Ruy Pereira, na Cidade Alta. 

A diretoria da escola aproveita a oportunidade, para convidar a população em geral, para assistirem aos ensaios da escola, que está acontecendo, nas segundas, quartas e sexta-feiras. Os ensaios começam às 21h, no Bar do Zeca, na Rua Guanabara.  

A seguir, conheça um pouco do samba enredo da Acadêmicos: 
Tema: Invasores e invasões nas terras potiguares

Como acadêmicos que sou/Em teu passado fui buscar
Disputa pelo teu amor /Que agora vou revelar

Beleza virgem, sem igual /Que aos portugueses encantou
Com o seu toque divinal /Holandeses apaixonou

Os portugueses /Chegando pelo potengi /Logo aportaram e se /Apossaram de ti
E pra manter pretendentes distantes /Forte dos reis construíram aqui

Os holandeses /Tomaram – te a força ,Mas não souberam te valorizar
Deixaram marcas de sangue em teu corpo/Pra em seguida te abandonar

Eu vou entrar nesta batalha /Pra conquistar o teu amor
No carnal, sou colombina Bis /E eu sou o teu pierrô
Beleza virgem, sem igual
Que aos portugueses encantou
Com o seu toque divinal
Holandeses apaixonou

Os portugueses
Chegando pelo potengi
Logo aportaram e se
Apossaram de ti
E pra manter pretendentes distantes
Forte dos reis construíram aqui

Os holandeses
Tomaram – te a força
Mas não souberam te valorizar
Deixaram marcas de sangue em teu corpo
Pra em seguida te abandonar

Eu vou entrar nesta batalha
Pra conquistar o teu amor
No carnal, sou colombina Bis
E eu sou o teu pierrô

Natal escolhe Rei Momo e Rainha do Carnaval: Rubens Carlos e Andrezza Cristina da Acadêmicos do Morro

Eleição aconteceu dia 17, no Espaço Cultural Ruy Pereira
Com grande participação popular, que lotou o Espaço Cultural Dr. Ruy Pereira dos Santos, localizado na rua Professor Zuza, na Cidade Alta, Natal conheceu na noite de sexta-feira (15), o Rei Momo e a Rainha do Carnaval Multicultural 2014. Animada por Jubileu Filho e banda, a eleição teve quatro candidatos disputando o título de rei e nove mulheres para a vaga de rainha.

O professor de capoeira Rubens Carlos Antônio Ferreira, de 28 anos, e a estudante de psicologia Andreza Cristina Silva de Souza, de 24 anos, foram os eleitos, representando a Escola de Samba Acadêmicos do Morro. No mesmo evento promovido pela Prefeitura do Natal, por meio da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), uma comissão técnica escolheu o corneteiro Baltazar Candeias da Silva e o figurinista/aderecista do Rei/Rainha, Carlos Alberto Julião de Oliveira.

O júri foi composto pelas atrizes Maíra Montenegro e Maria Gorette Barbosa e pela coreógrafa Diana Fontes. Cada jurada ganhará cachê correspondente a R$ 500,00. Os vencedores do concurso de Rei e Rainha receberão premiação em dinheiro no valor de R$ 7.000,00 cada.

Já o vencedor na categoria corneteiro do Rei/Rainha embolsará a quantia de R$ 5.000,00. O vitorioso na categoria figurinista/aderecista do Rei/Rainha receberá uma premiação em dinheiro no valor de R$ 7.000,00 pela concepção, aquisição de material, confecção de figurinos e adereços.

A Funcarte informou que haverá um carro oficial com motorista para o translado da equipe do reinado de momo, durante o período momesco, composto pelo motorista, rei, rainha do carnaval e rainha do frevo, um coordenador, um corneteiro e um segurança. Ficará terminantemente proibida a presença de terceiros no veículo.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

ONG na comunidade da África, na Redinha transforma a vida de crianças e adolescentes através da música

Alunos ensaiam debaixo de um carcerário na Ilha da Música
Na África, uma comunidade que fica nas dunas da Redinha, uma escola de música, vem transformando a vida de crianças e adolescentes que não tinham nenhuma perspectiva de vida. Mas, depois que a organização não governamental Ilha da Música chegou ao local, dezenas de talentos foram descobertos e outros, desde que tiveram o primeiro contato com um instrumento musical não quiseram mais largá-lo.
A escola funciona numa casa, rodeada de alpendres e árvores, sobre as dunas, ao lado do Rio Doce. O ambiente aliado ao som dos instrumentos musicais tornam o lugar inspirador. O projeto foi fundado pelo casal de músicos, Gilberto Cabral e Inês Peixoto, em 2006, e vive de doações de voluntários e empresas que acreditam na música como forma de transforma a vida das pessoas. E ela realmente transforma, como o que vem acontecendo com crianças e adolescentes que descobriram a escola.
Entre as pessoas que tiveram suas vidas transformadas, está Antônio Silvestre. Ele toca piano e canta. Filho do barbeiro Damião Silvestre. O músico lembra que enquanto seu pai cortava cabelo da clientela, ele sonhava em um dia tocar um instrumento musical, e o sonho se realizou através do seu acolhimento na Ilha da Música. Além de Antônio Silvestre, outros talentos vem sendo descobertos. Inclusive, alguns dos que aprenderam a tocar no projeto, hoje são professores voluntários na própria instituição.
Mas, o talento dos meninos da África já ultrapassaram as fronteiras do Estado e chegaram até as grandes metrópoles. Um exemplo foi o concerto apresentado no 4ª Espetáculo Mostra Brasil, no Teatro Municipal Carlos, Gomes, Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro em maio de 2012. Além desta mostra, a Ilha da Música fez mais outras 34 apresentações pelo Brasil.
Além de trabalhar a música, o projeto visa também melhorar a aprendizagem da criança na escola. A psicóloga Liane Medeiros em entrevista a InterTV Cabugi falou deste poder inerente a música. "Inclusive tivemos esta confirmação, quando conversamos com professores em que estas crianças estudam", explica a psicóloga.
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Ilha da Música, um oasis em meio a dois desertos, o de areia e o de perspectiva de vida, na comunidade da África

Debaixo de cajueiros e coqueiros criança aprendem música
No final da Rua Padre Cícero, na África, o visitante avista uma casa vermelha, rodeada de alpendres, num terreno cercado de coqueiros. A primeira vista mais parece uma fazenda, porém, ao se aproximar, verá que existe algo diferente no ar, pois de lá vem sons de diversos instrumentos musicais. Na realidade, se trata de uma escola, a Ilha de Música, uma organização não governamental que acolhe crianças e adolescentes pobres, dos 7 aos 18 anos. Os alunos são crianças da África, uma comunidade formada por pessoas pobres, e que segundo estatísticas governamentais é um lugar de violência, inclusive com alto registro de tráfico e consumo de drogas.
A Ilha da Música surgiu desta metáfora, um oasis em meio a dois deserto: o das dunas e o da falta de perspectiva de vida. Ela surge de um sonho materializado pelo casal de músicos. Inês Peixoto e Gilberto Cabral. A mulher, pianista, e o homem trombonista. O casal tinha um objetivo, dá sentido a vida das pessoas através da aprendizagem da música. Assim, eles viam desenvolvendo projetos, mas, que não tiveram muito sucesso.
Entretanto, depois de conhecerem a favela da África, na Redinha, verificaram que aquele o local de materializarem seu projeto. Depois de realizarem uma pesquisa, constaram que era grande o número de crianças e adolescentes vivendo sem perspectiva de vida. Assim, surgia a Ilha da Musica, que hoje atende mais de 40 crianças e jovens, desde de 2006.